Papo com o Diabo

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Papo com o Diabo

Comédia, 60 minutos, 12 anos.

Eduardo Martini vive o Diabo no teatro para comemorar 40 anos de carreira. Ator, cantor, bailarino, diretor e dramaturgo, Eduardo Martini inicia, a partir do mês de outubro, as comemorações de seus 40 anos de carreira. O profissional estreia no dia 31 o monólogo “Papo com o Diabo”, a primeira parceria com o diretor Elias Andreato em “Papo com o Diabo” um espetáculo inédito do autor Bruno Cavalcanti, que traz ao palco, um personagem milenar e enigmático da história da humanidade, o Diabo em pessoa. A comédia virá nos contar com cenas hilárias, como se defender das acusações que vem recebendo ao longo de milênios e, o mais importante, contestar sua participação nas mazelas do mundo, propondo questionamentos acerca da natureza humana. Na comédia, escrita especialmente para o ator, Martini dá vida ao Diabo em carne e osso, que entra em turnê pelo mundo após ganhar em um processo o direito de se defender das acusações que carrega ao longo de milênios.

Temporada

Este espetáculo não está em cartaz atualmente

Elenco / Direção

Texto: Bruno Cavalcanti. Direção: Elias Andreato. Elenco: Eduardo Martini.

Endereço

Teatro Itália (290 lugares)

Avenida Ipiranga, 344 (Próximo à estação República do Metrô) (República)

Telefone: 3255-1979 / 3120-6945

Horário da Bilheteria: Terça a domingo, das 15h até a hora da apresentação, ou até às 19h, nos dias em que não houver espetáculo.

Ar-condicionado, acessibilidade para pessoas com necessidades especiais e estacionamento no local.

Comentários

Engraçado, mas nada extraordinário. É visível o grande talento do ator Eduardo Martini, pena que o texto não está á altura. É um bom lazer.
André Vinícius

Muito bom. Local agradável, texto ótimo.
Maria Inês Curcio

regular
joaquim

muito bom e tem bastante interação com a plateia .
DAVID DE BARROS MALDONADO

Então... O espetáculo me surpreendeu. Tem muito musical, dança, participação da plateia, improviso, reflexões... O ator faz uma espécie de diabo brincalhão pra afastar o peso do personagem. Quem for ao espetáculo em busca de uma cartase, esqueça. Não vai rolar. Lógico que tem momentos a lá Dostoiévski, de analisarmos o mal que está em nós, mas são poucos. Tem que ver bem essa coisa de como utilizar a plateia, senão fica confuso. Por fim, embora não seja o que eu procurei, achei louvável essa mistura na construção do personagem em brincalhão e intimidador.
Renato Calisto da Silva


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